Casamento Deveria Ser

O título deste opúsculo me leva, inicialmente, a fazer uma observação fundamental. Sou do tipo que é muito reticente a títulos, quer de livros, palestras ou processos, que se configuram no “como”. O “como” aplicado de forma prescritiva: “como ficar rico”; ou: “como conquistar um(a) esposa (o) em sete dias”. Ou coisa do gênero.

Neste opúsculo, o “deveria ser como”, que a propósito no corpo do título, se configura entre colchetes, mesmo sendo claro, devo dizer que se aplica de forma descritiva, portanto, comparativamente, pois o cactos, nomeadamente, a flor, é o elemento metafórico em relação ao casamento.

Casamento e Flor de Cactos: O casamento DEVERIA SER COMO! Faço uso da flor de cactos para significar o casamento, o relacionamento, a partir de quais elementos? A partir da escolha de três elementos, que considerei atribuir significados à flor de cactos: 1) brota e cresce entre espinhos; 2) adapta-se ao ambiente; 3) não perde a beleza. Estes três elementos são arbitrários, no sentido de dizer que são percepções deste autor, e significa dizer que não são absolutos e únicos; outras pessoas podem observar outros significados. A escolha destes três, ao meu ver, expressa bem o meu objetivo no desenvolvimento desta abordagem.


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Frank Ribeiro

Teólogo e Psicólogo. Pós-graduado (especialização) em Bioética. Pós-Graduação em Docência do Ensino Superior Religioso. Pós-Graduado em Psicologia Organizacional. Mestre em Temas de Psicologia - Especialidade Família - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto – Portugal, onde morou por três anos e meio, no desenvolvimento da dissertação do Mestrado. Temas de grande interesse: Missões, Hermenêutica, Conjugalidade, Relações Institucionais, Morte, Educação e Saúde Mental relacionada a Psicologia da Religião. Casado com Suely Ribeiro.