Amar é Comportamento

Esta é a palestra que sustenta a Tese Central da minha abordagem dentro do assunto Família & Conjugalidade. É uma palestra que tem provocadora, pois, confronta o entendimento que “amar é sentimento”.

O núcleo discursivo da afirmação que Amar é Comportamento jaz em dizer que AMAR NÃO É GENÉTICO, e, a partir deste lugar, segue uma argumentação consistem em dois aspectos centrais: a linguagem e a semiologia.


Desenvolvimento do Conteúdo da Palestra:

Logo na abertura da palestra realizamos uma brevíssima atividade visual, objetivando situar os participantes na linha de raciocínio que, fundamentalmente, as relações, em qualquer aspectos que seja (família, trabalho, comunitária, etc), tem a sua base de percepção, e por onde vai sendo construída, no que for chamar de subjetivismo relacional.

Na primeira parte da palestra focamos as questões prática onde se estabelece a diferença entre Amor e AMAR, seguido da definição de COMPORTAMENTO, ressaltando a questão que SOMOS SERES DE EXPRESSÃO, na dimensão biológica, cultural e ontológica.

Na segunda parte mostramos a questão de sermos seres DINÂMICA, e por assim dizer, a constituição de indivíduo nos faz seres únicos, onde enfatizo a diferença entre UNIDADE CONJUGAL (e que não acredito existir) e IDENTIDADE CONJUGAL (no que acredito ser o meio pelo qual é possível tornar o relacionamento funcional); a enfase recai sobre a afirmação: “não existe casamento perfeito, mas casamento funcional”.

A terceira e última parte da palestra apresenta a tese central da palestra: Amar é comportamento porque não é genético, enfatizando as dimensões da linguagem e da semiologia. É uma revelação maravilhosa!

Na conclusão faço uma análise simbólica entre “aliança” e “santa ceia”.


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Frank Ribeiro

Teólogo e Psicólogo. Pós-graduado (especialização) em Bioética. Pós-Graduação em Docência do Ensino Superior Religioso. Pós-Graduado em Psicologia Organizacional. Mestre em Temas de Psicologia - Especialidade Família - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto – Portugal, onde morou por três anos e meio, no desenvolvimento da dissertação do Mestrado. Temas de grande interesse: Missões, Hermenêutica, Conjugalidade, Relações Institucionais, Morte, Educação e Saúde Mental relacionada a Psicologia da Religião. Casado com Suely Ribeiro.