Casamento [deveria ser] Como Flor de Cactos

Foco

A palestra “CASAMENTO [DEVERIA SER] COMO FLOR DE CACTOS”, trabalho o aspecto metafórico das diversidades dos cactos, fazendo uso de três categorias:  1) brota e cresce entre espinhos; 2) adapta-se ao ambiente; 3) não perde a beleza. A palestra foca a discursão fazendo uma diferença essencial entre o desejo de “unidade conjugal” com o comportamento da “identidade conjugal”.

“Os dois indivíduos que compõe o casal continuam sendo pessoas individualizadas, pelo menos, é o que se espera.”

identidade conjugal

A identidade conjugal nunca será alheia a individualidade, e, neste sentido, o que a identidade opera é a neutralização do individualismo dentro da relação conjugal, pois, numa relação conjugal quando o individualismo opera já não há mais relacionamento conjugal.

fantasmas familiares

Como se sabe, todo casamento é carregado de idealização; as pessoas pensam e sonham com o casamento perfeito; mas todas esquecem que, ao casar-se, os indivíduos, levam para o seio do relacionamento, os seus fantasmas familiares.

individualidade e conjugalidade.

Um casamento é um encontro intenso e significativo; é no contexto da vivência destas intensidades povoadas de sentido e significado, onde os dois sujeitos – macho e fêmea – vão ser desafiados a conjugar individualidade e conjugalidade.

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identidade conjugal

…Carne da minha carne e osso dos meus ossos não é unidade, é conjugalidade.

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Desculpa! Mas, escrever este texto deu trabalho!