Conjugalidade,  Séries

Tentando evitar o processo de acomodação.

A minha proposta com a Gerundicidade conjugal é pensar um núcleo dinâmico que, de uma forma ou de outra, seja um tipo de alerta, um “sininho” que produz certo lembretes cognitivos-comportamentais e, sobretudo, simbólicos, contra a acomodação.

Dentre os significados do verbo, acomodar é a sua forma pronominal quanto a falta de resignação para sair de uma situação apática. Neste sentido, diria que o casando é uma tomada de consciência contra esta apaticidade; é um movimento permanente que os atores da cena da conjugalidade realizam, operando e mantendo o casamento funcional; desejando que o casamento vá criando, dia a dia, novas estratégias, adequando a relação aos novos cenários que, inevitável e naturalmente, vão surgindo na dinâmica da vida conjugal.

O contexto em afirmar que casamento é significar é o fato do ser humano ser o único ser vivo com capacidade de simbolizar, ou seja, com capacidade simbolizante; simbolizando em cada Ato de Significado. E, por assim dizer, ampliando o sentido que casamento é significar, aqui posso afirmar que casamento é significando (Casamento não é Coisa Conquistada, é Ato Conquistando, p.31).

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