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Reflexões Sociais,  Textos

Começa a faltar o bom senso para alguns que se dizem crentes.

Em texto anterior sobre os crentes no Facebook, sobre o fato de que, redes sociais, alguns crentes são os maiores divulgadores do movimento GLS e afins. Certamente, nem todos concordaram com a nota, outros não entenderam bem, enfim, é da nossa natureza humana.

Quero insistir em tocar neste assunto. A questão central está fora de foco. A questão central é que, como crentes, NÃO CONCORDAMOS com a prática homossexual. Ponto!

Destarte, podemos até dizer, veja bem, até dizer, que não ACEITAMOS. Mas, ao dizer que não aceita já se começa a enviesar o entendimento da coisa. Pois, de alguma forma, o não aceitar vai implicar no IMPEDIMENTO. E aqui está um dos muitos xis da questão! Não podemos impedir tal coisa, a prática do homossexualismo é tão velha quanto o homem e a mulher. Mas, a meu ver, há um versículo bíblico que resume bem: “Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno” (1 João 5:19).

Temos o direito constitucional de NÃO CONCORDAR, e isto os militantes do GLS e afins precisam definitivamente entender. Não permitir, por meio de lei, que NÃO SE CONCORDE com o casamento e os derivados da união entre pessoas do mesmo sexo, é inaceitável, inegociável, inadmissível. A nossa posição que a família é constituída, na sua base, por um homem e mulher, biologicamente determinados, é inegociável.

Assim, sobre o fato de dizer no texto anterior que alguns crentes, no nas redes sociais, são os maiores divulgadores do movimento GLS e afins, se faz por observar quanto trabalho estas pessoas têm para, em nome de uma equivoca defesa da fé e da família, postam tais imagens. A última que me apareceu (e eu desfiz a “amizade”) foi sobre uma representação, por quanta da páscoa, que aconteceu nos Estados Unidos, em que um grupo de homossexuais realizaram encenações chulos, debochadas, preconceituosas, com um grau de requinte de uma estrutura psíquica perversa que Hannibal Lecter se torna em fichinha, agredindo publicamente o ícone do Cristianismo. Somos contra, repudiamos, não aceitamos. Todavia, amigos e amigas, venhamos e convenhamos, sair por aí no google buscando as imagens, perdendo tempo em editar e depois postar as IMAGENS como forma de não aceitar, de não concordar, e, sem nada dizer, sem nada articular, é, última hipótese, uma inocência descabida. Honestamente: precisamos destas imagens para dizer que não concordamos? Para dizer que vamos dizer sempre: o homossexualismo não se sustenta enquanto modelo para família.

Então, preocupa-me, pois, que começa a faltar o bom senso para alguns destes crentes do Facebook. Vi isto: “começa a desperta a coragem de alguns pastores, para desencorajar essa raça maldita que vem gerando rupturas na sociedade e na família. Essa praga nova deve ter vindo do Egito ou da África mãe, faz residência na Baia de todos os santos, na cidade maravilhosa e em S. Paulo etc. PARABÉNS” (copiei do jeito que estava num comentário sobre uma imagem de homossexuais se beijando). Este é um comentário sem sentido. E iguais a este tem os milhares. Este não é o caminho, estão confundindo o pecado com o pecador. Não podemos impedir que as pessoas façam isto ou aquilo, as pessoas são livres para viverem suas vidas do jeito que desejar, desde que respeitem os espaços constituídos da convivência social, não cometem delitos ou crimes no ato do seu ato; elas são livres. Não podemos impedir; assim, da mesma forma, sou livre para não contar com este e aquele ato, isto ou aquilo enquanto coisa. Sou livre para discordar. Todavia, o meu discordar não pode violar, em hipótese alguma, a liberdade do outro. E ter este entendimento é o que falta para os sindicalistas e ativistas do movimento do homossexualismo. Querem criminalizar o simples fato de dizer: não concordo com o homossexualismo, não aceito.

Pois bem! O Cristão não pode assumir uma postura de demonização (como no exemplo do comentário citado), não obstante, sabermos da realidade perniciosa do mundo espiritual influenciando o comportamento das pessoas. Não podemos perder o bom senso; não se pode confundir o pecado com a pessoa.

Deus nos ajude.

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