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Conjugalidade,  Livros,  Séries

Um casamento não nasce flor

Um casamento não nasce flor, ele surge a partir de dois ramos, um macho e uma fêmea. Para que o casamento se configure como flor, a flor da conjugalidade, formando uma identidade conjugal, estes dois ramos precisam florir, ou seja, precisam evoluir da condição de ramo para condição de flor, iniciando o processo como um botão floral. Um casamento só será fecundo, se seus atores estiverem dispostos a fecundar ou se deixarem fecundar. Caso contrário, serão estéreis afetivos por toda vida e nenhum casamento suporta uma esterilidade afetiva.

O Espírito Santo é o polinizador das virtudes do relacionamento conjugal, mas, como na flor, ele precisa ser atraído para a parte mais interna da flor, onde está o néctar. O néctar fica no mais profundo da flor! Só para dizer, sem entrar no âmbito da questão: é do néctar que as abelhas fazem o mel [o seu casamento tem produzido mel ou fel?].

E qual o néctar essencial do relacionamento conjugal? O ser humano, na sua condição gritante do “miserável homem que sou eu” (Romanos 7:24) não tem condição alguma de produzir o néctar essencial, que na perspectiva da espiritualidade, podemos chamar de “Fruto do Espírito”. Ora, pois, se é só pelo Espírito, podemos dizer “Jesus é Senhor!” (1 Coríntios 12:3), certamente, não se pode ter ou produzir o fruto do Espírito, senão pelo Espírito Santo, pois o fruto é do Espírito (Gálatas 5:22,23).

O néctar essencial do relacionamento conjugal é a espiritualidade; e é na espiritualidade, onde o dom supremo – o amor (1 Coríntios 13) – é fecundado. Quando um casal planta o seu casamento aos pés da Cruz de Cristo, ele terá ali, todos os nutrientes que são necessários para mantê-lo viçoso e produtivo.

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