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Conjugalidade,  Livros,  Séries

Identidade Conjugal

Os dois indivíduos que compõe o casal continuam sendo pessoas individualizadas, pelo menos, é o que se espera. Todavia, o que se espera, na vivência relacional, é que estes dois indivíduos – macho e fêmea – assumam o projeto da conjugalidade. Este projeto da conjugalidade, é que a autora, anteriormente referida, chama de “identidade conjugal”.

Portanto, em termos efetivos da dinâmica conjugal, não existe uma “unidade conjugal”, pois os sujeitos da relação sempre serão indivíduos; haverá sim, a construção da identidade conjugal, e, por assim dizer, uma identidade conjugal que sempre refletirá os aspectos da individualidade dos dois indivíduos da relação. A identidade conjugal nunca será alheia a individualidade, e, neste sentido, o que a identidade opera é a neutralização do individualismo dentro da relação conjugal, pois, numa relação conjugal quando o individualismo opera já não há mais relacionamento conjugal.

Um casamento é um encontro intenso e significativo; é no contexto da vivência destas intensidades povoadas de sentido e significado, onde os dois sujeitos – macho e fêmea – vão ser desafiados a conjugar individualidade e conjugalidade.

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