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Amar é sempre hoje

Amar é sempre hoje, amanhã é só possibilidade! No relacionamento conjugal, não há espaço para analfabetismo amoroso, pois, AMAR SE APRENDE. Ninguém é indesculpável de “não amar”. Amar é sempre possível! Aos analfabetos do relacionamento amoroso devo dizer: amar se aprende. E aos analfabetos funcionais do relacionamento amoroso, digo: amor não se sente, amor se faz! Por isto, quer aos analfabetos de fato, quer aos funcionais, alerto: ainda há tempo de aprender a amar.

Diante disso, devo ainda dizer que não se ama por milagre, mas quando se aprende a amar, como uma construção dia a dia, momento a momento, o amar faz milagres. O amar transforma vidas, transforma situações. Ninguém “sente” para poder amar, mas o amar faz “sentir”; faz sentido, faz significar. Amar é um processo, é um caminho no qual é preciso querer caminhar; é preciso ter desejo, é preciso olhar com propósito. Nesse sentido – amar é comportamento porque é uma linguagem – levanto a seguinte questão:

Por que as pessoas necessitam dizer ou ouvir dizer: te amo?

Faço a pergunta para apenas abrir mais a cadeia de significação. Pois, a questão deve ser apenas posta em termos de afirmação: amar é comportamento porque as pessoas necessitam dizer ou ouvir dizer te amo.

Assim, dizer ou ouvir dizer “te amo” é parte constituinte da linguagem enquanto instância de construção de relacionamento, neste caso, relacionamento conjugal.

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