Paulo e Liquidez da modernidade

O que hoje, na academia de discute, por meio de vários autores, entre eles Zygmunt Bauman, e que vem sendo chamado de liquidez e fluidez: vida líquida, amor líquido, modernidade líquida, medo líquido, enfim, o grande apóstolo Paulo já tinha caracterizado numa perspectiva multidimensional, ou seja, não só filosófica, cultural, social e psicologicamente, mas, especialmente, no que diz respeito ao espiritual:

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé. Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesto o seu desvario, como também o foi o daqueles. (2 Timóteo 3:1-9).

Não tenho dúvida em afirmar que, no meio desta sociedade líquida, como produto dela, tem-se uma religião líquida que produziu um deus líquido.

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