• Conjugalidade,  Séries

    Por que é tão difícil ceder?

    Por que é tão difícil ceder ao Outro? Ou: A negação da morte e ausência de alteridade! O animal humano, na sua relação ambiental, sob qualquer perspectiva, é um bicho que se inscreve no mote da sobrevivência. Fala-se no instinto de sobrevivência! O homem é o único animal que tem o desejo de viver instalado – não importa se manifesto ou não –numa perspectiva ontológica, portanto, é o único bicho que tem consciência de si. Talvez seja esta a sua grande benção, bem como a sua incurável e persecutória maldição. É este registro ôntico[1], que permite ao animal humano uma ontologia das possibilidades desta consciência de si. Ao ter consciência…

  • Conjugalidade,  Séries

    Amar ou odiar são Atos de Significados

    Amar ou odiar são Atos de Significados. São plantas do mesmo ambiente, o ambiente da nossa condição humana na capacidade de atribuir sentido às coisas; os animais não humanos não sofrem deste dilema! Portanto, a sobrevivência de um ou outro dependerá do nível de sentido que damos a um ou outro. E eles vivem por processo de exclusão, pois, na proporção que alimentamos um ou outro enfraquece. A grande questão é: qual dos dois temos alimentado mais dentro das nossas relações, e especialmente, na relação conjugal? Embora estando no mesmo ambiente, o sistema de nutrição é diferente um do outro. Por isto o que um é, qual o alimento que…

  • Conjugalidade,  Séries

    Tentando evitar o processo de acomodação.

    A minha proposta com a Gerundicidade conjugal é pensar um núcleo dinâmico que, de uma forma ou de outra, seja um tipo de alerta, um “sininho” que produz certo lembretes cognitivos-comportamentais e, sobretudo, simbólicos, contra a acomodação. Dentre os significados do verbo, acomodar é a sua forma pronominal quanto a falta de resignação para sair de uma situação apática. Neste sentido, diria que o casando é uma tomada de consciência contra esta apaticidade; é um movimento permanente que os atores da cena da conjugalidade realizam, operando e mantendo o casamento funcional; desejando que o casamento vá criando, dia a dia, novas estratégias, adequando a relação aos novos cenários que, inevitável…

  • Conjugalidade,  Podcast

    Vivência Conjugal

    Vivência Conjugal! O casamento é um contrato de risco! Todo casamento é intermediado por processos de idealização, e como a intensidade das idealizações é determinada por uma funcionalidade ou não relacionamento, ou seja, qualifica a vivência conjugal. Se um casal, sem um relacionamento inicial, nenhum namoro, mantiver um índice muito alto de idealização sob o signo da perfeição, não tenho dúvida em dizer que, na instalação do relacionamento, este relacionamento terá problemas sérios de exibição, visto que, não dia em que o relacionamento é “sujeito perfeito” do namoro/noivado vai desaparecer. Uma vivência conjugal é uma atividade de difícil gerenciamento, pois, são duas vidas muito diferentes, com história de vida com seus segredos,…

  • Conjugalidade,  Podcast

    Conceito de Casamento

    Série: Família e Conjugalidade. Episódio #1: Conceito de Casamento. Tenho dito reiterada vezes que “Casamento” é só um conceito que não implica, em termos funcionais, na dinâmica da vivência relacional. Tenho observado que há um foco no CONCEITO, como se o conceito, por si só, estabelece as garantias de funcionalidade da relação. Isto é inverter o processo, tornando-se engessado. Portanto, é preciso que se pense “casamento”, não a partir do conceito (casamento), mas a partir das PESSOAS DA RELAÇÃO. Pois, quando se foca as pessoas da relação, a percepção das demandas da relação serão percebidas pelos sujeitos que a compõe, neste sentido, fortalece, racionaliza e humaniza o relacionamento. Digo no…

  • Conjugalidade,  Livros,  Séries

    Um casamento não nasce flor

    Um casamento não nasce flor, ele surge a partir de dois ramos, um macho e uma fêmea. Para que o casamento se configure como flor, a flor da conjugalidade, formando uma identidade conjugal, estes dois ramos precisam florir, ou seja, precisam evoluir da condição de ramo para condição de flor, iniciando o processo como um botão floral. Um casamento só será fecundo, se seus atores estiverem dispostos a fecundar ou se deixarem fecundar. Caso contrário, serão estéreis afetivos por toda vida e nenhum casamento suporta uma esterilidade afetiva. O Espírito Santo é o polinizador das virtudes do relacionamento conjugal, mas, como na flor, ele precisa ser atraído para a parte…

  • Conjugalidade,  Livros,  Séries

    Identidade Conjugal

    Os dois indivíduos que compõe o casal continuam sendo pessoas individualizadas, pelo menos, é o que se espera. Todavia, o que se espera, na vivência relacional, é que estes dois indivíduos – macho e fêmea – assumam o projeto da conjugalidade. Este projeto da conjugalidade, é que a autora, anteriormente referida, chama de “identidade conjugal”. Portanto, em termos efetivos da dinâmica conjugal, não existe uma “unidade conjugal”, pois os sujeitos da relação sempre serão indivíduos; haverá sim, a construção da identidade conjugal, e, por assim dizer, uma identidade conjugal que sempre refletirá os aspectos da individualidade dos dois indivíduos da relação. A identidade conjugal nunca será alheia a individualidade, e,…

  • Conjugalidade,  Livros,  Séries

    Amar é sempre hoje

    Amar é sempre hoje, amanhã é só possibilidade! No relacionamento conjugal, não há espaço para analfabetismo amoroso, pois, AMAR SE APRENDE. Ninguém é indesculpável de “não amar”. Amar é sempre possível! Aos analfabetos do relacionamento amoroso devo dizer: amar se aprende. E aos analfabetos funcionais do relacionamento amoroso, digo: amor não se sente, amor se faz! Por isto, quer aos analfabetos de fato, quer aos funcionais, alerto: ainda há tempo de aprender a amar. Diante disso, devo ainda dizer que não se ama por milagre, mas quando se aprende a amar, como uma construção dia a dia, momento a momento, o amar faz milagres. O amar transforma vidas, transforma situações.…

Você não pode copiar o conteúdo desta página