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    Conceito de Casamento

    Série: Família e Conjugalidade. Episódio #1: Conceito de Casamento. Tenho dito reiterada vezes que “Casamento” é só um conceito que não implica, em termos funcionais, na dinâmica da vivência relacional. Tenho observado que há um foco no CONCEITO, como se o conceito, por si só, estabelece as garantias de funcionalidade da relação. Isto é inverter o processo, tornando-se engessado. Portanto, é preciso que se pense “casamento”, não a partir do conceito (casamento), mas a partir das PESSOAS DA RELAÇÃO. Pois, quando se foca as pessoas da relação, a percepção das demandas da relação serão percebidas pelos sujeitos que a compõe, neste sentido, fortalece, racionaliza e humaniza o relacionamento. Digo no…

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    Um casamento não nasce flor

    Um casamento não nasce flor, ele surge a partir de dois ramos, um macho e uma fêmea. Para que o casamento se configure como flor, a flor da conjugalidade, formando uma identidade conjugal, estes dois ramos precisam florir, ou seja, precisam evoluir da condição de ramo para condição de flor, iniciando o processo como um botão floral. Um casamento só será fecundo, se seus atores estiverem dispostos a fecundar ou se deixarem fecundar. Caso contrário, serão estéreis afetivos por toda vida e nenhum casamento suporta uma esterilidade afetiva. O Espírito Santo é o polinizador das virtudes do relacionamento conjugal, mas, como na flor, ele precisa ser atraído para a parte…

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    Identidade Conjugal

    Os dois indivíduos que compõe o casal continuam sendo pessoas individualizadas, pelo menos, é o que se espera. Todavia, o que se espera, na vivência relacional, é que estes dois indivíduos – macho e fêmea – assumam o projeto da conjugalidade. Este projeto da conjugalidade, é que a autora, anteriormente referida, chama de “identidade conjugal”. Portanto, em termos efetivos da dinâmica conjugal, não existe uma “unidade conjugal”, pois os sujeitos da relação sempre serão indivíduos; haverá sim, a construção da identidade conjugal, e, por assim dizer, uma identidade conjugal que sempre refletirá os aspectos da individualidade dos dois indivíduos da relação. A identidade conjugal nunca será alheia a individualidade, e,…

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    Amar é sempre hoje

    Amar é sempre hoje, amanhã é só possibilidade! No relacionamento conjugal, não há espaço para analfabetismo amoroso, pois, AMAR SE APRENDE. Ninguém é indesculpável de “não amar”. Amar é sempre possível! Aos analfabetos do relacionamento amoroso devo dizer: amar se aprende. E aos analfabetos funcionais do relacionamento amoroso, digo: amor não se sente, amor se faz! Por isto, quer aos analfabetos de fato, quer aos funcionais, alerto: ainda há tempo de aprender a amar. Diante disso, devo ainda dizer que não se ama por milagre, mas quando se aprende a amar, como uma construção dia a dia, momento a momento, o amar faz milagres. O amar transforma vidas, transforma situações.…